Cadê aquele político que tava aqui?
Eleição passou, a festa acabou… e o político que prometia “estar sempre perto do povo” agora só aparece no Diário Oficial. Você já percebeu como isso virou regra? O candidato que batia na sua porta, postava vídeo todo dia e pedia seu voto com sorriso de comercial de pasta de dente some assim que vence a eleição.
E não é só impressão sua. Pesquisas mostram que a maioria dos eleitores não se sente representada após o primeiro ano de mandato. Mas por que isso acontece? E, mais importante: como um político pode evitar virar um fantasma político?
O SUMIÇO PÓS-ELEIÇÃO: 3 MOTIVOS (QUE NINGUÉM ADMITE)
- “JÁ GANHEI, AGORA É SÓ ADMINISTRAR” – Erro fatal. Quem acha que comunicação política é só para campanha está fadado a perder relevância. Mandato é construção diária, não apenas gestão nos bastidores.
- MEDO DA EXPOSIÇÃO – Muitos políticos fogem das redes sociais depois da eleição com medo de críticas. Mas quem some, perde espaço na mente do eleitor.
- BUROCRACIA ENGOLIU O CARISMA – Antes, era discurso empolgante. Depois, vira reunião interminável e linguagem técnica. O eleitor não se vê mais naquele político.
COMO NÃO DESAPARECER? (DICAS QUE FUNCIONAM)
✅ Comunicação constante – Não some depois da posse. Use redes sociais, newsletters e encontros presenciais para manter o diálogo.
✅ Conte histórias, não só números – Em vez de só falar de leis aprovadas, mostre como isso impacta a vida real das pessoas.
✅ Feedback é ouro – Pesquise, ouça, responda. Quem escuta o eleitor não vira fantasma.
O ELEITOR LEMBRA DE QUEM PERMANECE
O político que não some é aquele que entende: mandato não é sobre poder, é sobre presença. Se você quer não só ser eleito, mas ser lembrado, precisa de uma estratégia que vá além do discurso de campanha.
E se existisse um jeito de fazer isso com impacto real? Um time que ensina políticos a comunicar sem medo, conectar sem firula e construir legado?
Precisa de ajuda? Chame a BLACK NAZA – porque política que funciona é aquela que não some depois da eleição.
(P.S.: Se você é político e está lendo isso, já deu o primeiro passo. O próximo é não deixar seu eleitor perguntar: “Cadê você?”)